sábado, 15 de dezembro de 2012

Política

               POLÍTICA


          A  política  é uma arte
          que eleva as nações,
          mas é preciso que haja
          honestidade e dedicação.

          Nosso país é carente
          de políticos responsáveis,
          por isso nas eleições,
          devemos ter mais cuidado.

          Nosso povo é grandioso,
          mas tem muito que aprender,
          deve  levar a vida mais a sério
          e aprender a vencer.

          para  o mundo melhorar
          precisamos de amor,
          pois com tanta violência
          tudo parece terror.
  
         Solicitamos aos políticos
         atitudes mais ousadas,
         para que o nosso povo
         viva com  mais dignidade.


                Autora: Maria Anete Santana

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Cidade Fantástica





  Cidade Fantástica

Prédios altíssimos e modernos.
Mulheres participando ativamente do progresso da cidade.
Jardim, trabalho, estudo e muita violência.

Um jovem vai correndo.
O carro vai embalado.
A moto extremamente acelerada,
a sociedade é bruscamente transformada
e as pessoas não se dão conta dessa parada,
chegam apenas a esta conclusão.

ETA  meu Deus que vida aperriada!

Paródia:Por  Maria Anete Santana

domingo, 9 de dezembro de 2012

Árvore de Natal

ÁRVORE DE NATAL: na tradição cristã, simboliza vida, paz, esperança e alegria

PRESÉPIO DE NATAL: simboliza o momento e o ambiente em que Jesus Cristo nasceu
PAPAI NOEL: representa o bom velhinho que dá presentes para as crianças no dia de Natal
ESTRELA DE NATAL: guiou os três reis magos até o local de nascimento do menino Jesus
SINOS DE NATAL: representa o anúncio para a humanidade do nascimento de Jesus Cristo, o Salvador.
GUIRLANDA: usada como enfeite nas portas de entrada das residências na época do Natal.

Academia Brasileira de Letras

  ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS


Sob o domínio da imaginação
Napoleão dizia que a imaginação governa o mundo. Tal afirmação foi recolhida por Paulo Rónai do Memorial de Santa Helena, de Emmanuel Les Cases, e não há por que duvidar dela. Mas não deixa de ser espantoso o fato de o guerreiro e estadista sob cuja espada grande parte da Europa foi governada no século 19, admitir, no exílio, a primazia da fantasia e da fábula sobre a realidade.
Deste ponto de vista os imaginativos do mundo aparecem como os donos da história, enquanto o papel de tolo fica para os que pautam suas vidas por uma visão estritamente racional, interessados tão-somente no real thing, isto é, poder, mando, dinheiro, pompa e glória. A estes reservou-se vida insana e burocrática, distante da utopia e do sonho, vida dedicada ao material, ao sólido, que, como não cansava de dizer o barbudo de Trier, por isso mesmo se desmancha no ar.
Em 1805, quando Napoleão já era imperador, nasceu em Odense, na Dinamarca, um garoto que até a adolescência e início da juventude era considerado o patinho feio da cidade. É claro que hoje só podemos comparar Hans Christian Andersen a seu atormentado personagem porque ele escreveu, inspirado em sua própria vida, a história daquela avezinha escura e estranha no medíocre ninho da pataria - eu quase ia escrevendo no ninho dos trezentos do baixo clero.
Sem ser especialista em literatura infantil, ensaísta literário ou cronista político, ouso dizer que na história do patinho feio que, ao crescer, viu-se belo cisne, Andersen criou um sintético e minúsculo bildungsroman ao alcance da compreensão de todas as crianças do mundo, sem uma pitada de moralismo. O patinho feio era um cisne que, nos primeiros anos, desconhecia esse fato. Também não se trata de história de auto-ajuda, do tipo descubra o cisne que existe dentro de você. Trata-se apenas de um conto, pleno de imaginação e fantasia, que adultos e crianças lêem apenas pelo prazer da leitura.
Fundamental na formação do ser humano, nos dias de hoje tal prazer está contaminado pelas atrocidades, pelas burrices e pela corrupção que saltam das páginas dos jornais quando se lê sobre o Brasil e o mundo. Somos tomados de sensação de intenso desprazer ao ler o que os jornais nos oferecem e sempre lemos, mesmo com ânsia de vômito, sob a pena de sucumbir à alienação que nos condenará à condição de vegetais. Mas é indispensável manter a chama da imaginação acesa, na certeza de que Napoleão tinha razão ao declarar que, ao fim e ao cabo, não importa o tempo que levar, a imaginação dominará o mundo.
***
No próximo dia 2 de abril comemora-se em todo o mundo o bi-centenário do nascimento do autor da história do patinho feio, contador e inventor de narrativas cuja vida e personagens, ao lado das criações de Monteiro Lobato, a Imperatriz Leopoldinense levou para a Marquês de Sapucaí em impecável desfile criado pela carnavalesca Rosa Magalhães.
Filha dos saudosos R. Magalhães Jr., jornalista, escritor, dramaturgo, historiador e acadêmico, e de Lúcia Benedetti, escritora e pioneira na dramaturgia infantil, Rosa combinou a herança do talento e da imaginação dos pais à capacidade de construir um mundo de fantasia e cores na batida do samba. Já veterana na Sapucaí, ela transformou o desfile da Imperatriz este ano em espetáculo mágico, que empolgou o público e conquistou um honroso quarto lugar. Andersen certamente adoraria ver o criativo trabalho de Rosa Magalhães.
A recordação do escritor dinamarquês, considerado o primeiro autor de histórias para crianças - aquele que escreveu baseado apenas na sua imaginação, sem recontar as lendas populares e o folclore, como o fizeram os irmãos Grimm e Perrault -, continuará no ciclo de conferências que a Academia Brasileira de Letras, com a colaboração da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), realizará em abril.
Coordenado pelo filólogo Evanildo Bechara, o ciclo contará com a participação de Ana Maria Machado, Per Johns, Isabel Maria Carvalho Vieira, Cecília Costa Junqueira e Arnaldo Niskier, que, em cinco terças-feiras, estudarão a vida e a obra de Andersen e a influência do escritor na literatura infantil brasileira, especialmente a transmitida pelas adaptações de Lobato.
Ao mesmo tempo, a Academia Brasileira e a FNLIJ realizarão uma exposição de livros de Andersen, de traduções de sua obra e de ilustrações feitas por brasileiros, com homenagens a Lygia Bojunga Nunes e Ana Maria Machado, as duas únicas latino-americanas agraciadas com o Prêmio Hans Christian Andersen, criado pelo International Board of Books for Young People, IBBY, considerado o Nobel da literatura para crianças.
Assim, viva a imaginação! Cultivá-la é a única saída para nos salvar deste sinistro e trágico Festival de Besteiras e (atrocidades) do saudoso Stanislaw Ponte Preta, produzido pelos bem-pensantes, tipos sem imaginação, a exemplo de Bush. E esse festival sinistro hoje assola, não só o Brasil, mas também o mundo.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Natal


                 Natal


Tempo de alegria e de felicidade,
o universo fica iluminado,
muitas pessoas expressam gestos de bondade,
e o Menino Jesus é constantemente contemplado .

            O espírito natalino
            transmite o amor divino,
            os adultos parecem meninos
            e as luzes encantam e fascinam.

O natal do Menino Jesus,
é o mais lindo período do ano,
pois proporciona momentos bacanas
e as  famílias se unem  e se confraternizam.

            O Natal do menino Deus,
            nos envolve de esperança e de uma nova aliança,
            de amor e de muitas mudanças,
            capazes de o mundo mudar.

As crianças sonham com ternura,
o universo se reveste com tantas luzes,
e as pessoas,mais do que nunca contemplam o Menino Jesus ,
tudo parece  de fato o  paraíso e as pessoas partilham lindos sorrisos.

Por Maria Anete Santana

sábado, 1 de dezembro de 2012

Minha Infância


               MINHA INFÂNCIA


           Ai que saudade que tenho!
           Da minha infância querida,
           dos meus anos bem vividos,     
           que não voltarão jamais.
           E  hoje eu sinto saudade,
           da família que deixei,
           dos amigos que nem sei
           se um dia os verei.

           Porém eu jamais esquecerei,
           do jardim o qual plantei,
           para alegrar  a minha vida
           e  curti com muito amor,
           o balançar  das  margaridas,
           e as  rosas? Que beleza!
           Tão lindas e imponentes,
           aquecia – me o coração, com muita satisfação.

           As palmeira! Que palmeiras!
           lá eu  armava a minha rede,
          lia romances e lindas  histórias,
           a Bíblia e a geografia,
           pois sabia que no futuro
           da cultura  precisaria.

           De lá apreciava as lindas dálias,
           nas suas variadas cores;
           as rosas me encantavam !
           As amarelas eram lindas!
           E as pintadinhas, que gracinhas!
           E as vermelhas, como sempre sedutoras!
          

           Os crisântimos  eram belos,
           os brancos e os amarelos.
            todos me fascinavam .
           Dos cravos eu também gostava,
           mas era o cheiro do jasmim
           que pela minha janela entrava.
           e fazia com que a vida,
           cada dia mais bela se tornava.
    
             Hoje só resta a lembrança
             de tudo que lá deixei,
             meus parentes, que saudade!
             Meus amigos, minha casa,
             que para sempre  me lembrarei.
             Tentando me acostumar,
              até que eu possa voltar.
            
             Hoje vivo muito longe,
             da cidade onde nasci,
             mas a minha história construir,
             com muita   dedicação,
             mas tudo que almejei
             com dignidade alcancei
              para acalentar meu coração.

             Hoje tenho a experiência ,
             de uma longa jornada,
             principalmente das noites
             que sonhava acordada,
              estudando e trabalhando
              varava as madrugadas.

             Mas tudo valeu apena,
             pois aqui me estabeleci,
             e apesar  dos pesares,
             hoje eu  me dividir,
             e  com imenso orgulho,
             já me considero daqui.


                Por    Maria Anete Santana





A arte

              A arte

         A arte é a beleza,
         que transforma o coração,
         que nos liberta do mal,
          e nos une aos irmãos.

          A vida é uma grande dádiva,
          que só Deus  pode nos dar,
           pois ele é o criador
           e a todos quer salvar.

           A vida é um grande palco,
           que serve de passarela,
           mas só passam os grande homens,
           que sabem lutar por ela.

            Nosso mestre nos deixou,
            a arte de perdoar,
            por isso só é feliz,
            quem é capaz de amar. 


                Por Maria Anete Santana